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FEBRE AMARELA


O aumento de casos de febre amarela confirmados acende um alerta sobre os riscos da doença que estava praticamente erradicada em solo brasileiro. O tipo silvestre da doença atingiu o Espirito Santo, Minas Gerais e mais recentemente o Rio de Janeiro, com 5 casos detectados e uma morte confirmada.


A febre amarela é transmitida através de um arbovírus do mosquito. A doença pode levar a óbito em cerca de uma semana se não for detectada no início. Por isso é necessário ficar atento quanto aos sintomas da doença. Dor de cabeça, calafrios, febre, náuseas, fraqueza e vômito são alguns dos indícios da enfermidade.

No quadro mais avançado da febre amarela os sintomas são: febre alta, mudança na cor da pele e na parte branca dos olhos, hemorragia e, ocasionalmente a insuficiência de múltiplos órgãos.


Mesmo sendo transmitido pelo mesmo vírus, aqui no Brasil a doença foi dividida em dois tipos: febre amarela silvestre e febre amarela urbana. A diferença entre elas, é que a silvestre o vírus fica hospedado nos macacos e nos mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes(encontrados em áreas de matas, campos e florestas). Caso algum humano não vacinado tenha contato nessas condições, os riscos são iminentes de contrair a doença.


Já a febre amarela urbana o responsável por infectar os humanos é o mosquito Aedes aegypti (hospedeiro do vírus).


Ainda não há um medicamento específico para tratar a doença. Os médicos normalmente receitam remédios que trate de cada sintoma manifestado no indivíduo. Exemplo: o paciente está como as dores no corpo e cabeça, o médico realiza o tratamento com analgésicos e antitérmicos.


A vacina é a forma de evitar contrair o vírus causador da febre amarela. Pessoas que moram ou viajam para locais com histórico de contaminação devem estar em dia com a vacinação contra a febre amarela.


Em caso de regiões que não estejam no radar de pontos propícios de contaminação (florestas, campos e mata) e que apareçam casos de febre amarela, a recomendação do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro é procurar um posto de saúde para receber a dose indicada da vacina.
A vacina passou a fazer parte do calendário de vacinação do Estado do Rio de Janeiro no dia 27 de março, portanto, não há necessidade de correria. Até o momento não existe nenhum registro de contágio na região metropolitana no RJ.  
 
Outras informações sobre a febre amarela você encontra no portal do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro:
 
http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/svs/febre-amarela
http://www.saude.rj.gov.br/

 

 



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